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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Troféu Borrachinha

Quem me conhece sabe que não costumo ter sonhos muito normais.
Não falo dos sonhos tipo: realização profissional + satisfação pessoal = eu feliz.
Falo dos sonhos que temos enquanto dormimos.
E não posso jogar a culpa em alimentos de difícil digestão que nem jantar eu janto direito.
Mas vou diminuir o carboidrato sim.#Prometo
Em um delles, eu brigava com uma pessoa e a entregava uma borracha.
Entregar não é a palavra certa.
Eu jogava a borracha na pessoa.
Lembram daquelas borrachas mini-saia? Metade laranja e metade azul (ruim pra daná!). Essa mesmo q vc pensou...
Eu estava irritada. Muito irritada.
E ao entregar a borracha dizia: "Toma essa borrachinha! Vai apagar outdoor vai!"
Durante o dia, jamais disperta, percebi que mandar alguém apagar outdoor com borrachinha mini-saia é o mesmo que mandar a pessoa catar coquinho, ou cortar a grama com tesourinha ou mesmo mandar a pessoa ver se a gente tá na esquina.
Assim surgiu o Trofeu Borrachinha.
Sempre que alguém me torra a paciência, ofereço uma borracha.
Está certo que nem sempre é possível oferecer tal agrado, mas só de pensar em oferecer, já me sinto mais aliviada.
Se vc é uma dessas pessoas q eu já ofereci borrachinha, perdaum, mais vc mereceu... FATO’. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Sem título

“Palavras não descrevem os olhos, as bocas, os braços e abraços, nem a alegria até então desconhecida, surgida de um (re) encontro. Pra quem, há dias atrás, refletia tanto as obras do acaso, hoje compreende que realmente, o acaso não passa de um simples nada, e acredita em algo bem maior que isso. Que levará a um próximo reencontro, sem sombra de dúvidas. Mas até lá, todas as músicas cantadas estarão na mente, todos os sorrisos que ainda não acreditavam no que estava acontecendo, todos os olhares que transpareciam toda a magia do momento."

Gostinho de Liberdade

Sabe quando uma vontade toma conta de seu corpo e você só pensa nela?
Pois é... eu estou com uma. Vontade de Liberdade!
Ok, liberdade é uma palavra muito forte e não sabemos exatamente o que quer dizer. Mas a liberdade que eu falo e sinto falta é aquela em que eu possa ir à rua gritar para os céus e os deuses o que eu sinto, é poder andar pela calçada cantando a música que eu quiser. É poder dançar abraçada ao vazio, é poder desenhar linhas desiguais numa folha de papel, é sorrir para uma criança na rua e poder abraçá-la como se fosse um pedaço de esperança.
É poder andar sem rumo e parar apenas quando meus olhos encontrarem alguém que sorria para mim, é andar de balanço num parque qualquer.
Sim, é essa liberdade que eu sinto falta.
Tenho vontade de poder andar tranqüila numa tarde de primavera e ficar abraçada com alguém que eu ame, de sorrir para o sol e me deitar na grama para ver desenhos nas nuvens.
Exatamente que vida estou levando se não faço mais nada disso?
É estranho como algumas pessoas esquecem de ser feliz quando deixam de ser criança.
E amanhã quando sol nem tiver acordado vou me levantar e vou correr loucamente, vou sorrir para as crianças e abraçar com toda minha paz interna as pessoas em volta.
O mais estranho disso tudo é quando nos esquecemos da nossa criança que está sempre dentro da gente e sufocamos ela com preocupações e responsabilidades, e acho, que finalmente, eu percebi que tenho que acordar a minha que já estava esquecida no meio de tanta agonia.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Respostas

Problemas, dúvidas e polêmicas nunca foram o foco principal desse blog.
O blog surgiu meio que por acaso.
Me disseram que eu tinha que reunir em um só lugar todas as ideias que estavam espalhadas em mensagens enviadas para os amigos, rascunhadas em pedaços de papel soltos na gaveta e também as tiradas que sempre faziam os amigos rir. (Já escutei que Silvio de Abreu me perde, rs), tah pode sorrir, eu deixo :D
Tudo bem leve e com humor, que é como acredito que a vida tem que ser. Como eu tento ser. Sei também que nem sempre consigo.
Todas as vezes que aqui falei de algo mais intímo, usei certos códigos, assim só entendia quem realmente precisava entender.
Usar o blog como diário é estranho para quem usava diário com chave e essa ficava muito bem escondida debaixo da cadeira da escrivaninha presa com fita crepe.
Hoje venho aqui para falar um pouco mais sério.
Venho falar de Deus.
Acredito e já disse isso aqui mesmo que somos livres. Cada um acredita no que quiser.
Acreditar em Deus, em uma força maior, em algo superior ou simplesmente não acreditar em nada.
Eu acredito em Deus.
Acredito também que Ele está dentro da gente.
Eu tinha uma blusa que adorava, e nela estava escrito: O Deus que está em mim saúda o Deus que está em você.
E hoje falo de Deus porque conversei com Ele ontem à noite.
Me encontro em um momento em que tenho 2 opções: mudar para seguir em frente ou mudar para seguir em frente.
E se alguém disse que mudanças são facéis, mentiu. Ou que as mudanças são feitas aos poucos, cada hora um assunto, outra mentira. Bom, pelo menos pra mim é tudo de uma vez só. Quando nasci, de certo anotaram na minha ficha: vida com bastante emoção.
Mas acredito sim que as mudanças são sempre para melhor, mesmo que doa, que assuste.
E por causa disso tudo, ontem fui dormir bastante angustiada, ansiosa, com medo, preocupada.
Ai resolvi rezar. Rezar tipo para Deus sabe?
Pedi que Ele me mostrasse que não estou sozinha, que as melhores coisas estão só começando a acontecer, pedi para me libertar de certos sentimentos, pedi para aceitar determinadas situações, para aceitar as perdas, pedi para não deixar o medo me paralizar, para acalmar meu coração.
Pedi respostas.
Sonhei que caminhava em direção a um lago. Mas assim que cheguei bem perto, vi que uma criança se afogava. Pulei na água para salvar o menino.
Quando estava no meio do lago já com o menino nos braços, me dei conta que eu não sabia nadar. Mais que isso, que tenho pânico de me imaginar rodeada de água e sem alcançar o fundo.
E sempre sonho o contrário, que estou me afogando, em desespero total.
Mas dessa vez não. Foi uma sensação boa estar cercada de água.
Quando pensei em sentir medo, percebi que não tinha porque senti-lo, eu não estava me afogando e sabia que não iria me afogar. Eu me sentia tranquila, segura, protegida.
Sentia paz.
Acordei bem.
E uma das respostas que mais pedi, recebi hoje logo cedo.

Tipassim

Quando tive meu primeiro blog eu era uma menina. Dessas que se acha mulher.
Com todas aquelas inconstâncias, aqueles medos, aquele jeito de quem sabe tudo mas que na verdade não conhece nada. Acabei colocando lah de tudo um pouco aquilo que eu vivia e no geral encontrei naquele lugar um espaço pra dar vazão à todas as minhas crises e sofrimentos e descobertas adolescentes.
Fechei o blog durante um tempo em que me achei gente grande o suficiente e quando achei que não haviam mais crises para serem compartilhadas. Eu estava errada.
Se engana quem acha que as crises são apenas adolescentes. A adolescência é simplesmente a introdução de uma monografia inteira de medos e ímpetos que os adultos passam a ter de conviver. São sentimentos profundos que invadem a alma cheios de querer, de erros constantes, com alegrias que podem ser assim também grandes de quando em vez. 
Não acho certo apagar esta história que por mais que tenha ficado para trás, ainda faz parte de mim.
Vou recomeçar com esse lance de blog do zero e vamos V no q vai dah.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Amor à Distância

Um amor que chega sem ser esperado,
que não pede permissão para entrar,
mas que invade o corpo inteiro,
como se dono fosse do meu ser.
Um amor que vi aos poucos 
dentro de mim crescer!
Um amor que a distância não impediu
de aflorar na minha existência tão sem graça,
que me trouxe a alegria de estar vivo,
que despertou a emoção adormecida!
Quando descobri que estavas em minha vida.
Ah! Esse amor que chega a doer de tanta saudade,
que anseia em seus braços um dia ser aconchegado,
que sonha com seu rosto um dia acariciar,
em teu corpo os delírios do prazer sentir.
E o seu coração com o meu amor seduzir!
Ah! Esse amor... Esse amor...
Que deixa meu corpo em brasas.
quando em sonho muitas vezes acordado,
sinto o seu corpo junto ao meu, 
e assim por ti estar sendo amado.

By: Matheus Muniz
For: Rafaella França

Eu tô falando é de Amizade!

Às vezes eu acordo no meio da noite, me ajeito no travesseiro, pego o celular e fico olhando as mensagens. Daí o sono passa, eu fico pensando na vida. Lembro dos amigos e lembro também dos trabalhos pendentes. Mas os amigos ficam mais tempo na minha cabeça. E sabe de uma coisa? Eu os amo. Todos eles. Principalmente aqueles que sentaram comigo, ao meu lado, e me deram um beijo no rosto, quando eu chorei e enxarquei o rosto deles com minhas lágrimas. Aqueles, sabe? Que não mediram esforços. Que me amaram com tanta força, que eu quase duvidei. Que me abraçaram e me aceitaram. Que me sufocaram de tanta alegria. Que me deram os mais lindos momentos. Pra esses amigos, eu levanto uma taça. Pode ser vinho do porto, nem sei. Mas brindo. Brindo a eles a quem DEVO TUDO e mais um pouco. A quem devo a alma e os meus bens. A eles, a mais ninguém, o meu MUITO OBRIGADA!

*-*

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Nayara Santos
Eu gosto da impressão que o amor me causa.
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