Não tem aquelas “perguntas” que sempre fazemos? Mas que nunca se tem certeza da resposta? Coisas como: “Por que isso ta acontecendo?” e “O que fiz pra merecer isso?” ou até mesmo “É realmente isso que eu quero pra mim?”. Para tudo que fazemos na vida tem uma ‘razão’, um motivo, um por quê. Sabe aquele ditado “Colhemos aquilo que plantamos?”. Pois bem, é assim que funciona. Você sempre verá refletido, cedo ou tarde, no decorrer do tempo, como uma conseqüência, boa ou ruim. Entretanto, a vida tem um turbilhão de perguntas, a maioria sem respostas mesmo, onde se não souber levar com destreza, acaba se perdendo nesse “nada”, impregnado no escuro, de forma que não se consegue ver um palmo a sua frente. Onde só se ouve "vozes", estas guiando e guiando para todos os lados. Mas cuidado! Nem toda voz indica o caminho certo.
Considero essa linha do tempo, como um ‘aparelho’. Vamos levar em conta um DVD – cd -. Onde nele, estão gravados todos suas lembranças em vida, contendo ainda espaço vago para novas – lembranças -. Você, geralmente, prefere usar o controle, talvez porque nele tem mais opções. Em momentos de nostalgias, você opta por usar o botão ‘voltar’ e deliciar-se, ou não, com lembranças – até porque elas podem ser boas, mais dolorosas de recordar. – quando se cansa, usa o ‘continuar’, para poder gravar novas situações. E quando esse DVD está no ‘pause’? Que por mais que você aperte o ‘play’, não adianta de nada justamente porque esse botão está quebrado?
Essas ‘perguntas’ perseguem, são realmente insistentes. Você tenta fugir de várias, ou até tentar afastá-las com outras, mais simples. Começa a entrar por portas diferentes, chega a encruzilhadas, escolhe o caminho contrário, tenta fugir pela janela. Fugir, fugir, fugir e fugir. Ficou craque nisso não? Perguntas: “E quando essas perguntas, essas dúvidas, essas coisas que você faz de tudo pra fugir, chegam a serem tantas, que elas começam a transbordar pelos lados?”, “Como tapá-las, se já não tem mais nem espaço?”, “Esses ‘vazamentos’ tão te atrapalhando de seguir, não é?”
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Então por que não esquece o controle, levante-se, ande até o aparelho, e aperte o botão ‘play’ por si mesmo?


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