Hoje vou pensar que tudo está no lugar,vou abrir a janela do meu quarto deixando a luz inigualável do sol trazer todos os sonhos esquecidos novamente.Desistir é algo que não faz mais parte do meu pensamento e vocabulário.Tentar é algo extremamente necessário quando o amor é mais forte do que todos os medos e confortos que estamos acostumados...
Vou deixar me levar pelos desejos mais bobos, aprender a ser criança novamente, poupando e esvaziando o meu coração da culpa de tantos erros cometidos e dos que ainda vão acontecer – rindo a cada queda e aprendendo a levantar de maneira mais rápida,sabendo que fico mais forte a cada minuto que passa...
Vou colocar as músicas mais animadas, fechar os olhos e me permitir viajar por um instante nas melodias que me fazem um bem tão viciante.Dançar no silêncio dos meus pensamentos,descobrindo mais sobre mim e as minhas verdadeiras vontades, fazendo as pazes com meus sentimentos e sendo sincera com os mesmos...
Esquecer o que entristece, apenas olhar para o céu a cada dia ou noite que for, e lembrar que aconteça o que acontecer não estarei só, sendo grata por cada momento feliz. E ao olhar ao meu redor verei que empecilhos existem,mas que não há nenhum que possa me derrubar se eu estiver consciente de quem realmente sou e do que quero.Afinal de que vale viver se não o faz com otimismo?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Nada além de mim
As vezes tudo fica no modo inverso, e eu sinto como se eu tivesse andado de ré por todo esse tempo, ao invés de como qualquer ser humano normal, andar para frente.
Eu sinto medo, sinto raiva, impaciência, as vezes chego até a sentir umas pontadas de ódio. Não gosto de ódio, nunca gostei. Tem gosto de sangue.
Só que as vezes ele vem e parece que eu tomei um soco na boca. Eu fico procurando o autor invisível e inexistente da agressão, olhando para cada um que passa do meu lado como se tivesse sido ele, com o semblante bem fechado, como que convidando o infeliz a voltar a repetir a grosseria.
Mas nenhum deles me agrediu, sequer deve ter notado a minha presença no recinto. Apesar de ter essa consciência, eu gostaria de encontrar alguém pra poder culpar, mas eu não encontro, inferno!
Ninguém, além de mim mesma, é culpado pelas coisas que estão fora do lugar no momento, só que não é fácil assumir a culpa, é mais fácil jogar em outra pessoa.
Principalmente quando as minhas mãos parecem atadas com arame farpado e meus pés parecem afundados a uns bons vinte e dois centímetros no cimento.
Eu preciso colocar na minha cabeça de vento que ninguém, nin-guém é culpado pela situação que eu estou, ou na que eu vou me enfiar, sequer na que eu penso. Nem mesmo as circunstâncias. Ok, as circunstâncias podem ser culpadas, eu nem sei direito o que isso quer dizer, mas soa bonito falar.
Talvez e eu detesto ter que admitir, quando eu reconhecer que eu é que causo essas coisas em mim mesma é que eu vou saber me direcionar melhor ao invés de ficar procurando agressores que nem sequer agridem.
Eu sinto medo, sinto raiva, impaciência, as vezes chego até a sentir umas pontadas de ódio. Não gosto de ódio, nunca gostei. Tem gosto de sangue.
Só que as vezes ele vem e parece que eu tomei um soco na boca. Eu fico procurando o autor invisível e inexistente da agressão, olhando para cada um que passa do meu lado como se tivesse sido ele, com o semblante bem fechado, como que convidando o infeliz a voltar a repetir a grosseria.
Mas nenhum deles me agrediu, sequer deve ter notado a minha presença no recinto. Apesar de ter essa consciência, eu gostaria de encontrar alguém pra poder culpar, mas eu não encontro, inferno!
Ninguém, além de mim mesma, é culpado pelas coisas que estão fora do lugar no momento, só que não é fácil assumir a culpa, é mais fácil jogar em outra pessoa.
Principalmente quando as minhas mãos parecem atadas com arame farpado e meus pés parecem afundados a uns bons vinte e dois centímetros no cimento.
Eu preciso colocar na minha cabeça de vento que ninguém, nin-guém é culpado pela situação que eu estou, ou na que eu vou me enfiar, sequer na que eu penso. Nem mesmo as circunstâncias. Ok, as circunstâncias podem ser culpadas, eu nem sei direito o que isso quer dizer, mas soa bonito falar.
Talvez e eu detesto ter que admitir, quando eu reconhecer que eu é que causo essas coisas em mim mesma é que eu vou saber me direcionar melhor ao invés de ficar procurando agressores que nem sequer agridem.
Minhas desculpas a quem eu tenho tentado colocar a culpa.
Simples Refúgio
Pra muita gente, escrever é obrigação, trabalho, ou talvez hobby.
Pra mim, não. Sempre escrevi por necessidade. Escrevo porque a maior parte do tempo minha cabeça está a mil.
E quando me sento diante de uma tela em branco ou uma folha vazia, minha mente se cala.
O tempo passa mais devagar e o mundo faz silêncio.
É como tomo o controle. Como ordeno meus pensamentos. É como nomeio meus sentimentos.
Me conheço melhor por escrever e escrevo melhor por me conhecer - pelo menos, nesses momentos.
A escrita é mais que uma paixão, até porque não amo escrever o tempo todo, mas o faço o tempo todo.
A escrita, pra mim, é um refúgio. Sempre foi. Através dela, quebro as barreiras do orgulho ou da autopiedade.
Desde criança, carregava meus cadernos, de amor ou ódio, com desabafos escritos e rascunhos do que viriam a ser meus primeiros textos.
Escrever define, mas não me limita. Escrever registra, mas não me muda. Escrever desafronta, mas não apaga.
Talvez, por isso, eu fique tão inquieta quando não consigo escrever. É como se não soubesse onde me procurar, onde me encontrar.
É como se tudo o que sei fazer , não fosse o bastante para me salvar. É como se não soubesse o porquê de precisar da salvação.
Quando as palavras fogem e a caneta para, o grito é sufocado. A vontade é reprimida...
E os sonhos, não existem mais.
Pra mim, não. Sempre escrevi por necessidade. Escrevo porque a maior parte do tempo minha cabeça está a mil.
E quando me sento diante de uma tela em branco ou uma folha vazia, minha mente se cala.
O tempo passa mais devagar e o mundo faz silêncio.
É como tomo o controle. Como ordeno meus pensamentos. É como nomeio meus sentimentos.
Me conheço melhor por escrever e escrevo melhor por me conhecer - pelo menos, nesses momentos.
A escrita é mais que uma paixão, até porque não amo escrever o tempo todo, mas o faço o tempo todo.
A escrita, pra mim, é um refúgio. Sempre foi. Através dela, quebro as barreiras do orgulho ou da autopiedade.
Desde criança, carregava meus cadernos, de amor ou ódio, com desabafos escritos e rascunhos do que viriam a ser meus primeiros textos.
Escrever define, mas não me limita. Escrever registra, mas não me muda. Escrever desafronta, mas não apaga.
Talvez, por isso, eu fique tão inquieta quando não consigo escrever. É como se não soubesse onde me procurar, onde me encontrar.
É como se tudo o que sei fazer , não fosse o bastante para me salvar. É como se não soubesse o porquê de precisar da salvação.
Quando as palavras fogem e a caneta para, o grito é sufocado. A vontade é reprimida...
E os sonhos, não existem mais.
Dezembro
Dezembro chega sempre com uma pitada de nostalgia.
Paro pra pensar no que se foi e o que está por vir.
Penso em desligar o celular, ficar offline um pouco.
Respirar mais e concentrar nos pequenos detalhes.
Mas a ansiedade é maior. A pressa me consome.
Me perguntam: pressa do que? E eu não sei responder...
Apenas pressa. Pressa pra viver tudo que não vivi.
Pra fazer tudo o que planejo.
Jogar pra fora tudo que guardo.
Passar mais tempo em casa.
Tentar curtir o natal e o ano novo em paz.
Ver o sol se pôr na praia.
E talvez ir até a areia e assistir o nascimento do dia.
Em janeiro, andar sem destino.
Comer o que quiser.
Comprar o que o dinheiro permitir.
Estudar.
Conhecer cada lugar.
Esquecer de Trabalho, laboratórios....
Concentrar no pensamento: “vou sobreviver às aulas com aqueles que não compartilho meus segredos”.
Lembrar que tenho sim amigos, mas todos têm seus compromissos.
Sentir saudades.
Saudades de doer e não suportar mais.
Ter menos pressa.
Aprender a saborear cada minuto.
Cada momento sozinha e compartilhado.
Não andar com relógio.
Não andar com celular.
Esquecer os números da agenda.
Ligar menos.
Passar menos tempo na internet.
Concentrar em mim mesma.
Nesse fim de ano quero mais EU na minha vida.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Troféu Borrachinha
Quem me conhece sabe que não costumo ter sonhos muito normais.
Não falo dos sonhos tipo: realização profissional + satisfação pessoal = eu feliz.
Falo dos sonhos que temos enquanto dormimos.
E não posso jogar a culpa em alimentos de difícil digestão que nem jantar eu janto direito.
Mas vou diminuir o carboidrato sim.#Prometo
Em um delles, eu brigava com uma pessoa e a entregava uma borracha.
Entregar não é a palavra certa.
Eu jogava a borracha na pessoa.
Lembram daquelas borrachas mini-saia? Metade laranja e metade azul (ruim pra daná!). Essa mesmo q vc pensou...
Eu estava irritada. Muito irritada.
E ao entregar a borracha dizia: "Toma essa borrachinha! Vai apagar outdoor vai!"
Durante o dia, jamais disperta, percebi que mandar alguém apagar outdoor com borrachinha mini-saia é o mesmo que mandar a pessoa catar coquinho, ou cortar a grama com tesourinha ou mesmo mandar a pessoa ver se a gente tá na esquina.
Assim surgiu o Trofeu Borrachinha.
Sempre que alguém me torra a paciência, ofereço uma borracha.
Está certo que nem sempre é possível oferecer tal agrado, mas só de pensar em oferecer, já me sinto mais aliviada.
Não falo dos sonhos tipo: realização profissional + satisfação pessoal = eu feliz.
Falo dos sonhos que temos enquanto dormimos.
E não posso jogar a culpa em alimentos de difícil digestão que nem jantar eu janto direito.
Mas vou diminuir o carboidrato sim.#Prometo
Em um delles, eu brigava com uma pessoa e a entregava uma borracha.
Entregar não é a palavra certa.
Eu jogava a borracha na pessoa.
Lembram daquelas borrachas mini-saia? Metade laranja e metade azul (ruim pra daná!). Essa mesmo q vc pensou...
Eu estava irritada. Muito irritada.
E ao entregar a borracha dizia: "Toma essa borrachinha! Vai apagar outdoor vai!"
Durante o dia, jamais disperta, percebi que mandar alguém apagar outdoor com borrachinha mini-saia é o mesmo que mandar a pessoa catar coquinho, ou cortar a grama com tesourinha ou mesmo mandar a pessoa ver se a gente tá na esquina.
Assim surgiu o Trofeu Borrachinha.
Sempre que alguém me torra a paciência, ofereço uma borracha.
Está certo que nem sempre é possível oferecer tal agrado, mas só de pensar em oferecer, já me sinto mais aliviada.
Se vc é uma dessas pessoas q eu já ofereci borrachinha, perdaum, mais vc mereceu... FATO’.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Sem título
“Palavras não descrevem os olhos, as bocas, os braços e abraços, nem a alegria até então desconhecida, surgida de um (re) encontro. Pra quem, há dias atrás, refletia tanto as obras do acaso, hoje compreende que realmente, o acaso não passa de um simples nada, e acredita em algo bem maior que isso. Que levará a um próximo reencontro, sem sombra de dúvidas. Mas até lá, todas as músicas cantadas estarão na mente, todos os sorrisos que ainda não acreditavam no que estava acontecendo, todos os olhares que transpareciam toda a magia do momento."
Gostinho de Liberdade
Sabe quando uma vontade toma conta de seu corpo e você só pensa nela?
Pois é... eu estou com uma. Vontade de Liberdade!
Ok, liberdade é uma palavra muito forte e não sabemos exatamente o que quer dizer. Mas a liberdade que eu falo e sinto falta é aquela em que eu possa ir à rua gritar para os céus e os deuses o que eu sinto, é poder andar pela calçada cantando a música que eu quiser. É poder dançar abraçada ao vazio, é poder desenhar linhas desiguais numa folha de papel, é sorrir para uma criança na rua e poder abraçá-la como se fosse um pedaço de esperança.
É poder andar sem rumo e parar apenas quando meus olhos encontrarem alguém que sorria para mim, é andar de balanço num parque qualquer.
Sim, é essa liberdade que eu sinto falta.
Tenho vontade de poder andar tranqüila numa tarde de primavera e ficar abraçada com alguém que eu ame, de sorrir para o sol e me deitar na grama para ver desenhos nas nuvens.
Exatamente que vida estou levando se não faço mais nada disso?
É estranho como algumas pessoas esquecem de ser feliz quando deixam de ser criança.
E amanhã quando sol nem tiver acordado vou me levantar e vou correr loucamente, vou sorrir para as crianças e abraçar com toda minha paz interna as pessoas em volta.
O mais estranho disso tudo é quando nos esquecemos da nossa criança que está sempre dentro da gente e sufocamos ela com preocupações e responsabilidades, e acho, que finalmente, eu percebi que tenho que acordar a minha que já estava esquecida no meio de tanta agonia.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Respostas
Problemas, dúvidas e polêmicas nunca foram o foco principal desse blog.
O blog surgiu meio que por acaso.
Me disseram que eu tinha que reunir em um só lugar todas as ideias que estavam espalhadas em mensagens enviadas para os amigos, rascunhadas em pedaços de papel soltos na gaveta e também as tiradas que sempre faziam os amigos rir. (Já escutei que Silvio de Abreu me perde, rs), tah pode sorrir, eu deixo :D
Tudo bem leve e com humor, que é como acredito que a vida tem que ser. Como eu tento ser. Sei também que nem sempre consigo.
Todas as vezes que aqui falei de algo mais intímo, usei certos códigos, assim só entendia quem realmente precisava entender.
Usar o blog como diário é estranho para quem usava diário com chave e essa ficava muito bem escondida debaixo da cadeira da escrivaninha presa com fita crepe.
Hoje venho aqui para falar um pouco mais sério.
Venho falar de Deus.
Acredito e já disse isso aqui mesmo que somos livres. Cada um acredita no que quiser.
Acreditar em Deus, em uma força maior, em algo superior ou simplesmente não acreditar em nada.
Eu acredito em Deus.
Acredito também que Ele está dentro da gente.
Eu tinha uma blusa que adorava, e nela estava escrito: O Deus que está em mim saúda o Deus que está em você.
E hoje falo de Deus porque conversei com Ele ontem à noite.
Me encontro em um momento em que tenho 2 opções: mudar para seguir em frente ou mudar para seguir em frente.
E se alguém disse que mudanças são facéis, mentiu. Ou que as mudanças são feitas aos poucos, cada hora um assunto, outra mentira. Bom, pelo menos pra mim é tudo de uma vez só. Quando nasci, de certo anotaram na minha ficha: vida com bastante emoção.
Mas acredito sim que as mudanças são sempre para melhor, mesmo que doa, que assuste.
E por causa disso tudo, ontem fui dormir bastante angustiada, ansiosa, com medo, preocupada.
Ai resolvi rezar. Rezar tipo para Deus sabe?
Pedi que Ele me mostrasse que não estou sozinha, que as melhores coisas estão só começando a acontecer, pedi para me libertar de certos sentimentos, pedi para aceitar determinadas situações, para aceitar as perdas, pedi para não deixar o medo me paralizar, para acalmar meu coração.
Pedi respostas.
Sonhei que caminhava em direção a um lago. Mas assim que cheguei bem perto, vi que uma criança se afogava. Pulei na água para salvar o menino.
Quando estava no meio do lago já com o menino nos braços, me dei conta que eu não sabia nadar. Mais que isso, que tenho pânico de me imaginar rodeada de água e sem alcançar o fundo.
E sempre sonho o contrário, que estou me afogando, em desespero total.
Mas dessa vez não. Foi uma sensação boa estar cercada de água.
Quando pensei em sentir medo, percebi que não tinha porque senti-lo, eu não estava me afogando e sabia que não iria me afogar. Eu me sentia tranquila, segura, protegida.
Sentia paz.
Acordei bem.
E uma das respostas que mais pedi, recebi hoje logo cedo.
O blog surgiu meio que por acaso.
Me disseram que eu tinha que reunir em um só lugar todas as ideias que estavam espalhadas em mensagens enviadas para os amigos, rascunhadas em pedaços de papel soltos na gaveta e também as tiradas que sempre faziam os amigos rir. (Já escutei que Silvio de Abreu me perde, rs), tah pode sorrir, eu deixo :D
Tudo bem leve e com humor, que é como acredito que a vida tem que ser. Como eu tento ser. Sei também que nem sempre consigo.
Todas as vezes que aqui falei de algo mais intímo, usei certos códigos, assim só entendia quem realmente precisava entender.
Usar o blog como diário é estranho para quem usava diário com chave e essa ficava muito bem escondida debaixo da cadeira da escrivaninha presa com fita crepe.
Hoje venho aqui para falar um pouco mais sério.
Venho falar de Deus.
Acredito e já disse isso aqui mesmo que somos livres. Cada um acredita no que quiser.
Acreditar em Deus, em uma força maior, em algo superior ou simplesmente não acreditar em nada.
Eu acredito em Deus.
Acredito também que Ele está dentro da gente.
Eu tinha uma blusa que adorava, e nela estava escrito: O Deus que está em mim saúda o Deus que está em você.
E hoje falo de Deus porque conversei com Ele ontem à noite.
Me encontro em um momento em que tenho 2 opções: mudar para seguir em frente ou mudar para seguir em frente.
E se alguém disse que mudanças são facéis, mentiu. Ou que as mudanças são feitas aos poucos, cada hora um assunto, outra mentira. Bom, pelo menos pra mim é tudo de uma vez só. Quando nasci, de certo anotaram na minha ficha: vida com bastante emoção.
Mas acredito sim que as mudanças são sempre para melhor, mesmo que doa, que assuste.
E por causa disso tudo, ontem fui dormir bastante angustiada, ansiosa, com medo, preocupada.
Ai resolvi rezar. Rezar tipo para Deus sabe?
Pedi que Ele me mostrasse que não estou sozinha, que as melhores coisas estão só começando a acontecer, pedi para me libertar de certos sentimentos, pedi para aceitar determinadas situações, para aceitar as perdas, pedi para não deixar o medo me paralizar, para acalmar meu coração.
Pedi respostas.
Sonhei que caminhava em direção a um lago. Mas assim que cheguei bem perto, vi que uma criança se afogava. Pulei na água para salvar o menino.
Quando estava no meio do lago já com o menino nos braços, me dei conta que eu não sabia nadar. Mais que isso, que tenho pânico de me imaginar rodeada de água e sem alcançar o fundo.
E sempre sonho o contrário, que estou me afogando, em desespero total.
Mas dessa vez não. Foi uma sensação boa estar cercada de água.
Quando pensei em sentir medo, percebi que não tinha porque senti-lo, eu não estava me afogando e sabia que não iria me afogar. Eu me sentia tranquila, segura, protegida.
Sentia paz.
Acordei bem.
E uma das respostas que mais pedi, recebi hoje logo cedo.
Tipassim
Quando tive meu primeiro blog eu era uma menina. Dessas que se acha mulher.
Com todas aquelas inconstâncias, aqueles medos, aquele jeito de quem sabe tudo mas que na verdade não conhece nada. Acabei colocando lah de tudo um pouco aquilo que eu vivia e no geral encontrei naquele lugar um espaço pra dar vazão à todas as minhas crises e sofrimentos e descobertas adolescentes.
Fechei o blog durante um tempo em que me achei gente grande o suficiente e quando achei que não haviam mais crises para serem compartilhadas. Eu estava errada.
Se engana quem acha que as crises são apenas adolescentes. A adolescência é simplesmente a introdução de uma monografia inteira de medos e ímpetos que os adultos passam a ter de conviver. São sentimentos profundos que invadem a alma cheios de querer, de erros constantes, com alegrias que podem ser assim também grandes de quando em vez.
Não acho certo apagar esta história que por mais que tenha ficado para trás, ainda faz parte de mim.
Vou recomeçar com esse lance de blog do zero e vamos V no q vai dah.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Amor à Distância
Um amor que chega sem ser esperado,
que não pede permissão para entrar,
mas que invade o corpo inteiro,
como se dono fosse do meu ser.
Um amor que vi aos poucos
dentro de mim crescer!
Um amor que a distância não impediu
de aflorar na minha existência tão sem graça,
que me trouxe a alegria de estar vivo,
que despertou a emoção adormecida!
Quando descobri que estavas em minha vida.
Ah! Esse amor que chega a doer de tanta saudade,
que anseia em seus braços um dia ser aconchegado,
que sonha com seu rosto um dia acariciar,
em teu corpo os delírios do prazer sentir.
E o seu coração com o meu amor seduzir!
Ah! Esse amor... Esse amor...
Que deixa meu corpo em brasas.
quando em sonho muitas vezes acordado,
sinto o seu corpo junto ao meu,
e assim por ti estar sendo amado.
By: Matheus Muniz
For: Rafaella França
Eu tô falando é de Amizade!
Às vezes eu acordo no meio da noite, me ajeito no travesseiro, pego o celular e fico olhando as mensagens. Daí o sono passa, eu fico pensando na vida. Lembro dos amigos e lembro também dos trabalhos pendentes. Mas os amigos ficam mais tempo na minha cabeça. E sabe de uma coisa? Eu os amo. Todos eles. Principalmente aqueles que sentaram comigo, ao meu lado, e me deram um beijo no rosto, quando eu chorei e enxarquei o rosto deles com minhas lágrimas. Aqueles, sabe? Que não mediram esforços. Que me amaram com tanta força, que eu quase duvidei. Que me abraçaram e me aceitaram. Que me sufocaram de tanta alegria. Que me deram os mais lindos momentos. Pra esses amigos, eu levanto uma taça. Pode ser vinho do porto, nem sei. Mas brindo. Brindo a eles a quem DEVO TUDO e mais um pouco. A quem devo a alma e os meus bens. A eles, a mais ninguém, o meu MUITO OBRIGADA!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Coisas que deixamos pelo Caminho
A Palavra não dita....
O olhar não correspondido...
O sorriso não retribuído...
O abraço não Apertado...
Por Que tem ser assim???
Sempre deixamos de Fazer Algo e só percebemos no fim...
Àh... Seria tão bom se ao adquirirmos a tão sonhada"maturidade", pudéssemos permanecer pelo menos com o olhar da criança que fomos umdia...
Aquela Criança que sorria com asflores...
Que se encantava com asestrelas e sonhava com a lua...
Que brincava com os pingos dechuva...
que falava com os e peixes e voava com as borboletas...
Aquela Criança que antes de achar o Mar imenso e perigoso o achava lindo...
Aquela Criança que antes de Ver os espinhos das rosas, sentia o perfume...
Aquela Criança que ao conversar com DEUS sabia agradecer, não apenas pedir...
Que levantava o amigo ao lado ao invés de deixá-lo cair...
Aquela criança que sonhava com uma casa de chocolate, mais se contentava perfeitamente com um simples brigadeiro...
Enfim...
Aquela Criança que dizia EU TE AMO sem olhar para trás pra escutar um..."eu também" .
Por: Nayara Santos
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